É possível que já não nos lembremos das rosas fanadas ao espaço comum onde ainda tivéssemos a possibilidade de desfrutar a alegria simples de nos olharmos de frente e mimosear o prazer de umas boas horas de camaradagem, libertos do fardo dos afazeres mesquinhos que nos atravessam a vida. É possível que tenhamos invertido os pólos ao mecanismo das utopias herdadas de mulheres, homens e crianças que nos ensinaram dos sonhos o comando da vida. É possível que os sonhos se atrasam, quando não se adiam, porque o tempo já nada pergunta ao tempo, já que tempo simplesmente deixou de haver. É mesmo possível que nada seja impossível e que só andamos um pouco distraídos, doloridos, amestrados em demasia para realizarmos a amplitude de todas as possibilidades esquecidas, guardadas no baú do medo ou das esperanças vãs. Só não deveria ser possível o conformismo, a desistência, ou pior ainda, o horror.
No Fazer A Festa, não o aceitamos sem dele escarnecer, sem o espírito de contrariedade que nos define o carácter quando se trata de parti-lo aos bocados e soprá-lo para as lonjuras do demo.
Aqui, onde a festa se faz, o sonho é fermento, é bola colorida em mãos de tantas crianças. Aqui não se aprendeu da desistência palavras que a ordenam. Aqui, procura-se a mão pequenina que aprende cedo a sementeira, a graúda que lhe há-de fazer a rega, o espanto que verá nascer a flor que não poderá ser fanada por dá cá aquela palha, muito menos por falta de cuidados.
Para se Fazer A Festa, toda a gente é necessária. Venham todas as amizades e tragam outros amigos também.
Grande Auditório do Fórum da Maia
Cabeças no Ar e Pés na Terra (Ermesinde)
M/12 I 60m
Auto da Barca de Bosch propõe uma interseção estética e conceptual entre o teatro Vicentino e a iconografia visionária de Hieronymus Bosch. O projeto explora a dialética entre palavra e imagem, criando um espaço cénico onde a sátira moral de Gil Vicente dialoga com a densidade simbólica das paisagens oníricas de Bosch. Esta convergência revela a persistência de inquietações metafísicas e éticas, transpondo-as para uma linguagem contemporânea. Esta montagem propõe uma experiência visual e sensorial única, mantendo a sátira e a crítica social presentes na obra original.
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Auditório da Quinta da Caverneira
Apresentação da residência artística
Les Arrosoirs Compagnie - (França)
M/14 I 50m
Uma performance entre línguas, corpos, imagens ao vivo e sons. O palco torna-se um espaço de investigação e ressonância. Em fragmentos, as paisagens recompõem-se, as vozes sobrepõem-se. A língua portuguesa surge ao mesmo tempo como um vínculo e uma falha — uma língua desejada, por vezes inacessível, que evidencia as distâncias e a perda. Uma viagem íntima que interroga as heranças invisíveis do exílio.
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Jardins da Quinta da Caverneira
30m
É com enorme alegria e estima que, nesta 45ª edição do Fazer a Festa, prestamos homenagem a Carlos Adolfo Lourenço Matias (CALM), companheiro de estrada, desde 1981, nas aventuras do Teatro Art’Imagem e deste mesmo festival. De facto, o percurso do Carlos é uma confluência destes dois rios, onde corre a mesma água, pelo que poderíamos dizer que se trata de uma homenagem “siamesa”.
Connosco, tem vindo a prestar contributos artísticos únicos na área da composição e execução musical. Mas não julguem que se trata de um criativo sentado na cadeira do seu estúdio ou da sala de ensaios. O Carlos Adolfo saltou connosco para o palco e integrou dezenas de espetáculos com música ao vivo, por terras nacionais e internacionais. Foi um saltimbanco que tanto pintou o rosto de branco como nos ajudou a atravessar cada barranco. Com ele, escrevemos (e continuamos a escrever!) uma longa partitura de memórias, onde a criatividade, a música, as gargalhadas e o companheirismo nunca deixaram de marcar o compasso.
Ao longo de várias edições do Fazer a Festa, o Carlos assumiu a responsabilidade de técnico de som do festival, onde também se apresentou em espetáculos de música ao vivo. Entre os muitos momentos que guardamos, destaca-se o concerto inesquecível da mítica banda portuense Jig, que fez ecoar a sua música sob a lona de uma tenda de circo instalada no Jardim da Avenida das Tílias do Palácio de Cristal, nos anos 90.
Em reconhecimento de todo este percurso e por tudo o que nos deu — e continua a dar —, o Fazer a Festa dedica este novo capítulo àquele que mora e continuará a morar connosco “enquanto houver estrada para andar”, sob o brilho de uma Clave de Sol.
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Galeria da Quinta da Caverneira
30m
A instalação é composta por fotografias e artefactos de cena, e um agradável e aprazível posto de escuta, onde calmamente o visitante , caso o deseje, poderá degustar singelos ambientes sonoros de criações teatrais.
Este espaço será ainda palco de dois show cases e uma oficina de sonoplastia para público geral e familiar.
Ficará disponível a visitas até ao final do ano.
Auditório da Quinta da Caverneira
Teatro das Beiras (Covilhã)
Espectáculo com Interpretação em Língua Gestual Portuguesa
M/6 I 40m
Um Conto Japonês é um espetáculo para todas as infâncias inspirado no conto “A Árvore”, de Sophia de Mello Breyner, que por sua vez foi inspirado num velho conto japonês. Uma matrioska de contos que passa assim pelas nossas mãos para chegar aos vossos sentidos.
“Um Conto Japonês” conta a história de uma árvore sagrada para os habitantes de uma pequena ilha no Japão e da relação do seu povo com a natureza, com a tradição e com o legado dos antepassados. Fala também sobre a impermanência da vida e de como tudo se transforma em tudo, para que aquilo que agora desaparece possa alimentar o que ainda está por nascer.
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Jardins da Quinta da Caverneira
120m
Vamos falar do lugar da música na criação teatral e da notória invisibilidade de quem faz música para o teatro. Pretendemos, por isso, ir ainda mais além, no sentido de encontrar uma banda sonora para o próprio debate à medida que ele acontece e romper as formalidades convencionadas para o efeito. O objetivo é transitar pelo equilíbrio entre a discussão e a performance artística, sem perder o fio à capacidade de análise e escuta de diferentes perspetivas acerca do tema, num círculo composto por criadores cénicos, público em geral e músicos de sensibilidades variadas e experiências distintas.
É preciso gostar de teatro para se fazer música para o teatro? Os músicos vão ao teatro? Qual a importância da música na coesão dramatúrgica que enforma a criação teatral? Pode um debate ser acompanhado de sonoplastia?
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Auditório da Quinta da Caverneira
Ártika Cia (Galiza)
M/6 I 50m
Quem é o responsável por apagar das nossas mentes todas as histórias que vivemos e das quais já não nos lembramos muito bem? As memórias da avó de Uxia vêm e vão como as ondas do mar. Será que Uxia conseguirá descobrir o que está a acontecer e derrotar os Piratas das Memórias? Venham viver com Uxia uma aventura de memórias e piratas!
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10h00 - 13h00
Biblioteca da Quinta da Caverneira
Dirigido a crianças dos 8 aos 12 anos
Inscrição Prévia
“Dramaturgia” pode parecer uma palavra complicada, mas não é nada que uma criança não consiga compreender. Pode ser vista como um olhar sobre um espectáculo de teatro pelo lado do avesso, o lado que não se vê mas onde tudo é construído. O lado de dentro – onde estão escondidas as mil histórias de uma peça, as escolhas dos cenários e das músicas e de tudo, o pensamento e os olhares, as palavras das personagens e as palavras não ditas. O texto para começar! O texto, esse objecto pertinho da fonte de onde uma peça pode nascer. Nesta oficina, vamos experimentar escrever em conjunto para teatro – dramaturgos por dois dias! Com base numa história mais ou menos conhecida, vamos pensar na forma que ela precisa de tomar para chegar às mãos dos actores para que eles sigam o caminho até a um espectáculo a apresentar ao público. Mas o que nos vai mesmo fazer conversar muito é descobrir o que queremos dizer com aquela história. No fundo, descobrir o que temos a dizer ao mundo e transformar isso num guião dramático.
Formadora: Andreia Macedo
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Auditório da Quinta da Caverneira
Krisálida -Associação Cultural do Alto Minho (Caminha)
M/3 I 40m
Há quem diga que, algures entre montanhas esquecidas pelo tempo, vive um velho Eremita dotado de poderes misteriosos. Conhecido pela sua solidão e mau génio, um dia perde a paciência quando uma chuva intensa se transforma numa tempestade. Enfurecido, desencadeia uma sequência de acontecimentos que fazem com que deixe de chover, alterando a vida de todos!
“O Velho Eremita ” é uma adaptação do conto “O Eremita Unicórnio e os Dragões da Chuva ” de Estefânia Surreira, que combina fantasia com lições ambientais, levando as crianças a refletirem sobre a preservação do meio ambiente e o valor da água. Uma história emocionante sobre responsabilidade, arrependimento e a procura por um mundo mais sustentável.
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Exterior do Fórum da Maia
Vítor Fernandes (Trás-os-Montes)
M/6 I 60m
Inspirada nos contos mágicos da avó Beatriz, N'aldeia leva-nos a uma pequena aldeia de Trás-os-Montes, onde o impossível se mistura com o quotidiano. Entre risos, sustos e aventuras inesperadas, criaturas do imaginário popular surgem em cada recanto, enquanto as gentes da aldeia enfrentam travessuras, mistérios e segredos guardados há séculos. Uma sessão cheia de encanto, humor e suspense, onde cada história nos faz sentir ao mesmo tempo curiosos, divertidos e... ligeiramente arrepiados. N'aldeia é uma viagem inesquecível ao coração da tradição oral transmontana.
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Biblioteca da Quinta da Caverneira
30m
O pretexto escolhido para estarmos com o José Vaz nesta 45ª edição do Fazer a Festa e assim prestar-lhe uma singela homenagem, tem a ver com a ver com a publicação em finais do ano passado do seu mais recente livro, publicado pela editora portuense Trinta por uma Linha "A Princesa dos Pés Pretos" a Obra completa de teatro para a Infância de José Vaz. Este livro que recolhe as onze peças que até agora escreveu e que foram quase todas a palco desde o principio dos anos de 1980, lidas e vistas por muitas centenas de crianças em ambiente escolar, sendo elas próprias as personagem e "encenadas" pelos seus professores ou em verdadeiros palcos de teatro levadas a cena por companhias profissionais de teatro ou de amadores. Este livro começa com uma epigrafe do autor "O teatro para crianças é um espaço mágico cercado de vida por todos os lados" e de uma pequena citação de Manuel António Pina "O teatro de José Vaz dirige-se sem subterfúgio ao público infantil (...) este opta simplesmente por existir, por ser teatro, (...) por ser prática teatral". Nomeiam-se as peças por ordem de entrada no livro, porque os próprios título são um atractivo maior para a sua leitura bem como os nomes das personagens (sobriamente ilustrados com cores suaves e delicadas por Patrícia Costa Alves, dita Bolota) um verdadeiro chamamento ao jogo do faz de conta, à alegria e brincadeira. "A Princesa dos Pés Pretos", "A Carochinha Vaidosa e o João Glutão", As Aventuras de Lin-pó-pó", Na Feira dos Malandrecos", "Onde está o rei que acaba de nascer?", "Tizé, Tizé e o Rato na mánica", "As Pulgas e a Preguiça", "O Rei Lambão", "O Mandarim Fi-Xu", " O Circo das Mil Maravilhas" e termina com " O Natal da Bruxa Bernardina". Segue-se um pequeno registo fotográfico de cartazes e fotografias de cena. O humor, a poesia, a fantasia, a imaginação, o gosto pelas palavras simples e do dia a dia da infância e juventude, um mundo onde todas os animais, plantas e coisas falam como nós e a procura de justiça, unem-se para criar espectáculos vivos e participativos. Mais do que simples histórias, estas peças são convites para o riso, o espanto e reflexão, celebrando o teatro como património humano e universal. Cada história de uma peça multiplica-se em novas histórias como matrioskas, criando-se situações ao mesmo tempo absurdas, hilariantes e misteriosas.
Venham pois conhecer também as outras facetes de um homem e escritor que nasceu a 11 de Fevereiro de 1940. em Avintes, um antigo povoado nas Terras de Gaia, junto ao rio Douro, ainda uma vila recente (1988) e nela viveu toda a infância e juventude, tendo começado a trabalhar aos 11 anos em vários ofícios e foi fundador nos primórdios dos anos de 1980 de um grupo de teatro na fábrica onde trabalhava (a da cerveja Sagres, bem conhecida dos nortenhos, passe a publicidade) e começou desde esse tempo a escrever "furiosamente" para a infância e juventude contos, histórias e peças de teatro e também de outros temas para adultos, principalmente de História , pois homem já (bem) feito cumpriu o sonho de se tornar Licenciado e Mestre em História Contemporânea, pela Universidade de Letras do Porto. Tem quase 50 livros publicados, entre eles dois que queria citar. "Os emprestadores da Alma" - Os homens as mulheres de Avintes (1945-1995), um título que qualquer actor ou actriz não desdenharia de ter escrito. O outro "Avintes, a pequena Suíça ao pé da porta", uma homenagem à terra que o viu nascer e crescer, que desde o século dezanove (1895) construiu o Teatro Almeida e Sousa, e tem três associações culturais e recreativas centenárias, o Clube Recreativo de Avintes (1889) , o Mérito Dramático Avintense (1910) e Os Plebeus Avintenses (1918), "potentados" do teatro de amadores em Portugal. Todos estes grupos continuam hoje em boa actividade e o Teatro Almeida e Sousa, inactivo durante alguns anos, está finalmente desde 2025 em obras de remodelação e abrirá (espera-se) brevemente.
Saberão mais deste autor, da sua vida e sua obra nesta sessão. Serão bem vindos!
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Jardins da Quinta da Caverneira
Ana Madureira & Vahan Kerovpyan (Portugal - França)
M/3 I 50m
Se as raízes dizem de onde vimos, os ramos dizem para onde vamos.
Com a Dona Arménia viajamos para um desconhecido e enfrentamos pequenos e grandes medos, desde a aranha na teia do tecto, até ao vizinho e o seu dialecto. A pé ou de bicicleta, chegaremos a uma meta: dar a volta ao nosso próprio mundo. Se ficarmos em segundo, não interessa. Não há volta a dar. Mais vale ir sem pressa e chegar a um lugar onde algo começa.
Um concerto cantado e tocado tu cá tu lá, para aproximar o lá do cá e o cá do lá.
Jardins da Quinta da Caverneira
teatromosca (Agualva-Cacém)
M/12 I 60m
Catita é um espetáculo que tem como ponto de partida a troca epistolar entre dois amigos de infância, Pedro e Catita. Enquanto um permaneceu no lugar onde nasceu e cresceu, o outro preferiu viajar até se estabelecer como guia de canyoning na Serra de Guara, em Espanha. Tudo começa com a troca de uma cassete de música, no início dos anos 1990, e, mais tarde, essa amizade será alimentada pela troca de cartas. Mas serão as montanhas a enquadrar, em momentos distintos, o reencontro dos dois, entre escaladas e conversas sobre a adolescência num bairro do concelho de Sintra e sobre as diferentes vi(d)as que cada um têm vindo a encadear. Por vezes, é o Pedro que vai à frente e sobe a montanha, enquanto o Catita fica a dar segurança. Noutras vezes, invertem-se os papéis, ou o Pedro deseja ser o Catita, desejam trocar de vidas um com o outro, como se pudessem trocar de pele, como se pudessem escolher outra vez, ou então, só pela leveza desse simples exercício de imaginação, num espetáculo que se quer íntimo e pessoal sobre a amizade, sobre o crescimento e o envelhecimento, sobre ideias e imagens de masculinidade, sobre a memória, sobre subir muito alto, mas também sobre o medo de cair.
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10h00 - 13h00
Biblioteca da Quinta da Caverneira
Dirigido a crianças dos 8 aos 12 anos
Inscrição Prévia
“Dramaturgia” pode parecer uma palavra complicada, mas não é nada que uma criança não consiga compreender. Pode ser vista como um olhar sobre um espectáculo de teatro pelo lado do avesso, o lado que não se vê mas onde tudo é construído. O lado de dentro – onde estão escondidas as mil histórias de uma peça, as escolhas dos cenários e das músicas e de tudo, o pensamento e os olhares, as palavras das personagens e as palavras não ditas. O texto para começar! O texto, esse objecto pertinho da fonte de onde uma peça pode nascer. Nesta oficina, vamos experimentar escrever em conjunto para teatro – dramaturgos por dois dias! Com base numa história mais ou menos conhecida, vamos pensar na forma que ela precisa de tomar para chegar às mãos dos actores para que eles sigam o caminho até a um espectáculo a apresentar ao público. Mas o que nos vai mesmo fazer conversar muito é descobrir o que queremos dizer com aquela história. No fundo, descobrir o que temos a dizer ao mundo e transformar isso num guião dramático.
Formadora: Andreia Macedo
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11h00 e 12h00
Auditório da Quinta da Caverneira
Projecto Ruínas Associação (Montemor-o-novo)
Todos os públicos I 35m I Lotação máxima: 25 pessoas
Partida, Lagarta, Fugida! pretende ser uma viagem sensorial, onde redescobrimos o mundo como se fosse a primeira vez. Uma abordagem divertida, que desperta os sentidos e a imaginação, e que reflete sobre as sensações e/ou emoções que vivenciamos nas nossas primeiras vezes (mesmo as que não temos memória, mas que deixam ecos em nós), desde a primeira inspiração.
O espectador é convidado a mergulhar num universo de fantasia onde cada um constrói a sua narrativa e recupera o seu imaginário interior – o individual se torna coletivo, sem limites de idades ou convenções. Vale tudo, desde que embarquemos juntos.
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Biblioteca da Quinta da Caverneira
30m
Jardins da Quinta da Caverneira
Mult Tiki Taki — Teatro da Ucrânia (Ucrânia)
M/6 I 40m
Um espetáculo interativo e mágico onde o público entra num mundo de bolhas de sabão de diferentes formas e tamanhos — desde pequenas bolhas cintilantes até bolhas gigantes nas quais é possível "entrar". O show combina teatro, circo e magia, criando uma atmosfera de encantamento e alegria. Crianças e adultos participam ativamente dos truques e vivem uma experiência de fantasia ao vivo, cheia de surpresa e emoção.
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Jardins da Quinta da Caverneira
Vítor Fernandes (Trás-os-Montes)
M/6 I 60m
Inspirada nos contos mágicos da avó Beatriz, N'aldeia leva-nos a uma pequena aldeia de Trás-os-Montes, onde o impossível se mistura com o quotidiano. Entre risos, sustos e aventuras inesperadas, criaturas do imaginário popular surgem em cada recanto, enquanto as gentes da aldeia enfrentam travessuras, mistérios e segredos guardados há séculos. Uma sessão cheia de encanto, humor e suspense, onde cada história nos faz sentir ao mesmo tempo curiosos, divertidos e... ligeiramente arrepiados. N'aldeia é uma viagem inesquecível ao coração da tradição oral transmontana.
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Jardins da Quinta da Caverneira
Mult Tiki Taki — Teatro da Ucrânia (Ucrânia)
M/6 I 40m
Um espetáculo interativo de ciência e entretenimento onde fenómenos de física e química são transformados em experiências visuais impressionantes. O público assiste a reações surpreendentes, efeitos de luz, fumo e experiências seguras com azoto líquido. Cada experimento é explicado de forma simples e acessível, envolvendo crianças e adultos num verdadeiro espetáculo educativo e divertido, onde a ciência se torna uma aventura emocionante.
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Biblioteca da Quinta da Caverneira
60m
O Fazer a Festa assume-se como um espaço privilegiado de reflexão e de produção crítica (em tempos em que a crítica teatral é tão evanescente).
Assim, no último dia temos um pequeno fórum/conversa crítica entre criadores, companhias, espectadores e público em geral. Juntos, num diálogo aberto, e sob a batuta de dois críticos que acompanham a programação falaremos sobre os espectáculos e a sua apreciação.
Jardins da Quinta da Caverneira
120m
Cantor, guitarrista e actor brasileiro radicado em Portugal há mais de vinte anos. Trabalhou no Casino da Póvoa de 2002 a 2004 com um projecto de Bossa Nova e partilhou o palco com diversos artistas, entre eles Bob McFerrin, Diana Ross, Shakakan, Julio Iglesias, Roberto Carlos, Luís Represas, Caetano Veloso, Simone, Elba Ramalho, João Bosco, Alceu Valença. Um verdadeiro showman que promete fazer e encerrar a festa em duas horas vibrantes.
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| Data | 01/07/2026 a 05/07/2026 |
| Preço | 0 - Sob consulta € |