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Museu de História e Etnologia da Terra da Maia - Agenda Novembro

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Museu colagem 1 515 315
Datas
01 Nov 2017 a 30 Nov 2017

Museu de História e Etnologia da Terra da Maia

entrada e atividades gratuitas

2 a 30 de novembro (terça a sábado, 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30)
Exposição “O que nos dizem os objetos do nosso passado mais distante”
Esta exposição tem como objetivo divulgar a história local com recurso à exposição, documentação e exploração de materiais arqueológicos exumados no concelho da Maia, sensibilizando a comunidade para o património arqueológico, pelo acesso regular ao mesmo.
Observações: visitas guiadas de terça a sexta sujeitas a marcação.

2 a 30 de novembro (terça a sexta, 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30)
VISITAS GUIADAS
Esta atividade consiste numa visita orientada privilegiando a componente prática da mesma, utilizando meios pedagógicos e linguagem adequada à faixa etária. Tem como objetivos conhecer a história do meio local; contribuir para a aquisição de aptidões como a indução de informação através de métodos como o comparativo e sensibilizar para o património histórico-cultural.
Observações: marcação prévia

3 a 29 de novembro (quartas e sextas das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30)
OFICINAS PEDAGÓGICO-DIDÁTICAS – Pequenos Artistas, Pequenos Oleiros
Atividades que consistem na exploração prática de aspetos relacionados com diferentes épocas histórias, como a arte rupestre do Paleolítico e a olaria do neolítico, prevalecendo a incidência na história local.
Público-alvo: comunidade infanto-juvenil
Observações: marcação prévia

3 a 29 de novembro (quartas e sextas das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30)
Alea jacta est: a sorte está lançada
Os romanos apreciavam uma variedade de jogos e atividades para se entreterem. Dessa panóplia de atividades faziam parte o desporto, o teatro, a música e os jogos. Os jogos eram diversos e podiam ser jogados em casa, em campanha militar, nas tabernas, nos banhos e mesmo na rua. Muitos desses jogos perderam-se no tempo, mas outros deixaram sucessão. É o caso do Jogo do Moinho ou do latim "Merellus". Sabemos da sua existência devido aos registos escritos da época estudados e publicados por historiadores, e também aos registos arqueológicos que dão a conhecer os "tabuleiros" gravados nas pedras. Vamos então construir um "Merellus" e aprender a jogá-lo tão bem quanto os romanos. Esta atividade destina-se a crianças dos 8 aos 14 anos e tem como objetivo primordial reconhecer o património arqueológico como um veículo de descoberta e de construção do conhecimento, bem como tomar conhecimento dos jogos praticados pelos romanos e perceber as origens de alguns jogos atuais. Pode realizar-se no museu ou no exterior (escola ou qualquer outra instituição que pretenda realizar o workshop).
Público-alvo: comunidade infanto-juvenil
Observações: marcação prévia

3 a 29 de novembro (quartas e sextas das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30)
Tábula Rasa: os cadernos de cera dos romanos
Imaginas-te a escrever num "livro de cera"? Não sabes o que é um "livro de cera"? Vamos então conhecer melhor este objeto espantoso. Os "livros de cera" foram inventados pelos romanos e usados durante muitos séculos. Era nestes "livros" que "escreviam" cartas, faziam cálculos, entre outras coisas. Eram constituídos por pequenas tábuas de madeira, presas umas às outras por cordões. No meio colocava-se cera amarela ou preta. Cada uma destas tábuas funcionava como uma pequena folha onde se "escrevia" com um estilete que tinha uma ponta aguçada para "escrever" e outra redonda para "apagar". O desafio é construir um destes livros. Mas não vamos usar madeira nem cera. Vamos antes reutilizar materiais como o cartão e utilizar outros como o papel estanho ou sabão. Verás como vai ser divertido. Esta atividade destina-se a crianças dos 6 aos 12 anos e tem como objetivo estabelecer paralelismos entre o passado e o presente através de um objeto do quotidiano das crianças - o caderno. Pode realizar-se no museu ou no exterior (escola ou qualquer outra instituição que pretenda realizar o workshop).
Público-alvo: comunidade infanto-juvenil
Observações: marcação prévia

26 de novembro, 10h30 – 11h30
UM OBJETO…MUITAS HISTÓRIAS
Cada objeto contém em si múltiplas histórias prontinhas a serem contadas.
Não importa só conhecermos a sua proveniência, ou seja, quem o fez, de que é feito, quando foi feito e onde. O que mais importa são as histórias de quem vivenciou os objetos, pois representam mais do que um facto, poderão representar uma história de vida. Essa história pode mudar completamente a forma como vemos um objeto.
Traz um objeto ao Museu neste dia e vamos ver que semelhanças têm com os objetos do Museu. Pode ser uma fotografia, um brinquedo… Vem contar com os teus pais a tua história.
Público-alvo: Famílias
Observações: marcação prévia

2 a 30 de novembro (das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30)
EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA “COZINHA MAIATA: 100 ANOS DE HISTÓRIAS DE FAIANÇAS E SABORES NA TERRA DA MAIA
A gastronomia, enquanto ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e todos os aspetos a ela associados, resulta de vários fatores como o ambiente natural, a cultura das próprias comunidades, os recursos disponíveis, as necessidades das pessoas e as práticas ancestrais de uma determinada região.
No entanto, a gastronomia, tal como outros aspetos do quotidiano das comunidades, tem vindo a sofrer profundas alterações devidos às grandes mudanças sociais dos tempos atuais. Perante um novo tempo, bem como a falta dele, o Homem tem procurado, frequentemente alternativas com o intuito de gastar menos tempo possível, mudando, consequentemente, os seus hábitos relacionados com a refeição e tudo o que a ela respeita.
Alimentos diferentes, cozinhados e consumidos de forma diferente não olhando à questão social do ato de comer. Perante este novo contexto urge recuperar hábitos antigos e saudáveis.
Quando nos propusemos a recolher dados sobre a gastronomia na Terra da Maia, partimos para a ideia de procurar a cozinha antiga e tradicional mas em simultâneo procurar outros aspetos que com ela se relacionem, receitas, costumes, faiança e porcelanas tradicionais e finas na nossa Terra que conferiam a uma refeição muito mais do que apenas um ato de consumo de alimentos, mas sim um momento social onde se associava o bom gosto de uma refeição bem confecionada e o bom gosto do ato de a servir.

Morada

Praça 5 de Outubro

Castêlo da Maia

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